Regina Almeida e Victoria Diniz
Uma gestão de mãe e filha. A Regina faz a gestão de carreira do Jean Paulo Campos há cinco anos. A Victoria foi criança nesse mercado aos 4 anos, fez Carrossel no SBT e nunca saiu.
Gestão individual para crianças e adolescentes de 4 a 15 anos. Oito famílias por vez, com seleção.
Quero me candidatarA gente não ensina você a fazer. A gente faz.
Composite, currículo artístico, medidas e contato. É o material que abre porta em produtora.
Organizamos toda a documentação e conduzimos o processo com advogado parceiro.
Perfis criados, configurados e mantidos atualizados nas plataformas que os diretores usam.
Recebemos os testes e as seleções que aparecem no mercado e passamos para você só os que combinam com o perfil da criança.
O que a produção está buscando, como enviar o material e o que fazer no dia.
A gente assiste antes de você enviar e devolve o que ajustar. É onde a maioria das famílias se perde.
Esse mercado tem muita gente vendendo sonho para mãe. A gente prefere dizer isso na primeira linha.
Quem promete isso está mentindo. Quem escolhe é o diretor de elenco, e ninguém tem controle sobre isso.
Sem comissão, nunca. É por isso que a gente consegue te dizer para recusar um trabalho quando ele não é bom para a criança.
São oito famílias por vez. Se estiver cheio, você entra na espera. A gente prefere te dizer isso a te aceitar e não dar conta.
O Caminho é da Regina Almeida e da Victoria Diniz. As duas viveram essa história de lados diferentes, e é isso que a gente traz para cada família.
Eu sou Regina. Cuido da carreira da minha filha, a Victoria Diniz, desde que ela tinha 4 anos, em 2006, muito antes de qualquer pessoa saber quem ela era.
No começo, eu fiz tudo o que me mandaram fazer. Aula de desfile, book, agência. E ficamos um ano inteiro numa agência sem a Victoria ser chamada para um único teste. Um ano.
O primeiro trabalho veio depois disso: um comercial da C&A.
Foi aí que eu parei de aceitar tudo e comecei a estudar. Fui entender como o mercado funciona de verdade: quem decide, o que realmente abre porta, e o que é só serviço vendido para mãe ansiosa.
A gente ainda errou depois disso. Mas eu passei a errar menos, e a saber o que presta e o que é enganação. Seis anos depois do começo, a Victoria fez Carrossel no SBT. Hoje ela tem 1,9 milhão de seguidores no Instagram e 2 milhões no TikTok.
— Regina
Eu sou a Victoria, sócia da minha mãe nessa gestão. Comecei aos 4 anos, fiz Carrossel no SBT em 2012 e nunca parei.
Fui a criança dessa história inteira. Sei como é chegar num teste sem saber o que esperar, ouvir não e não entender por quê, e crescer tentando equilibrar escola, amigos e trabalho.
É esse lado que eu trago: o da criança que passou por tudo isso, e o da adulta que hoje entende de imagem e de redes. Eu sento com cada família para olhar o perfil da criança e responder o que só quem viveu sabe responder.
— Victoria
Jean Paulo Campos no Festival de Cinema de Berlim
Há cinco anos a Regina faz a gestão de carreira do Jean Paulo Campos, o Cirilo de Carrossel.
Nesse período de gestão, ele fez Vai na Fé e Dona de Mim, na Globo, Vicky e a Musa, no Globoplay e no Gloob, e Se Eu Fosse Vivo… Vivia, filme que estreou no Festival de Cinema de Berlim em 2026.
Sair de ator infantil e continuar trabalhando como ator adulto é a parte mais difícil dessa carreira. Quase nenhuma criança dessa geração conseguiu.
É por isso que a gente fala de carreira, e não de um trabalho.
A gente lê todas as candidaturas pessoalmente. Inclusive as que recusa.
Você preenche o formulário no fim desta página. Leva uns 4 minutos.
Se fizer sentido para os dois lados, a gente conversa 30 minutos. É entrevista dos dois lados.
Contrato de 6 meses, sem multa de cancelamento. Você sai quando quiser, avisando com 30 dias.
Diagnóstico, plano de 12 meses, mídia kit, perfis nas plataformas e alvará encaminhado.
Sem letra miúda. Você já sabe tudo antes de preencher qualquer coisa.
mais taxa de estruturação de R$ 2.500, uma vez só, em 2x
O primeiro mês não é igual aos outros. É nele que a gente constrói do zero tudo o que sua criança ainda não tem, e é esse material que vai ser usado no ano inteiro depois.
Ela é cobrada uma vez só, em duas parcelas de R$ 1.250, e não volta a aparecer na renovação do contrato. Tudo o que a gente produz nessas semanas é seu: se um dia você sair, o plano, o mídia kit e os perfis vão com você.
Desde março de 2026 está em vigor uma lei que exige autorização judicial para criança que aparece em conteúdo explorado comercialmente. Desde junho, as plataformas bloqueiam monetização e derrubam conteúdo de quem não tem. Vale 12 meses para criança e precisa ser renovado. A maioria das famílias ainda não sabe disso.
Não. E desconfie de quem garantir. A gente apresenta a criança a diretores de elenco, produtores e plataformas, prepara ela para cada teste e cuida para que o material esteja certo. Quem decide contratar é sempre um terceiro, e sobre isso ninguém tem controle.
Agência trabalha com centenas de talentos e ganha comissão sobre o que eles faturam. A gente acompanha oito famílias por vez, é paga por você e não recebe nada do que sua criança ganhar. Isso significa que nosso único interesse é a carreira dela, inclusive quando o melhor conselho é recusar um trabalho.
Serve. A gestão cobre carreira artística e presença digital: perfis de casting, mídia kit, orientação de conteúdo e a regularização do alvará, que hoje é exigida justamente de criança que aparece em conteúdo monetizado.
Porque o primeiro mês não é igual aos outros. Nele a gente produz material que não existia: diagnóstico, plano de carreira, mídia kit e perfis nas plataformas. A mensalidade paga o acompanhamento contínuo. A taxa paga essa construção inicial, que acontece uma vez só. Se ela estivesse diluída na mensalidade, a mensalidade seria mais cara para sempre.
Não necessariamente. A gente lê cada candidatura e conversa com as famílias que fizerem sentido. Recusar faz parte, e é o que garante que quem entra receba atenção de verdade. E se as vagas estiverem cheias, existe fila de espera.
Depende menos da idade e mais de duas coisas: se a vontade é da criança e se a família consegue sustentar a rotina sem prejudicar escola e infância. Isso a gente descobre junto, na conversa.
Leva uns 4 minutos. A gente lê uma por uma, pessoalmente, e retorna em até 3 dias úteis, inclusive quando a resposta é não.